Não somos apenas o que pensamos ser: somos mais!
O que sabe sobre você? (Sigmund Freud)

 

Imagens: Sigmund Freud, Sandor Ferenczi, Melanie Klein, Wilfred Bion e Ignácio Matte-Blanco.

No final do século XIX, o médico neurologista vienense Sigmund Freud dedicou-se ao estudo dos fenômenos histéricos, dando origem à metapsicologia, cujo objetivo era explorar a parte desconhecida da mente humana por meio dos sonhos e dos conflitos psíquicos. 

Como método de investigação do inconsciente -  termo que, em alemão, remete ao que é desconhecido - a psicanálise expandiu-se para além de Freud, sendo desenvolvida por diversos autores como Melanie Klein, Winnicott, Bion, Ferenczi, Jung e Matte Blanco.

O inconsciente exerce um papel fundamental no pensamento e na constituição da personalidade. Sua natureza indivisível, desconhecida, misteriosa e infinita permeia nosso modo de pensar, sentir, ser e nos relacionar com o mundo e os outros ao nosso redor.

Certos conteúdos psíquicos podem despertar angústias, inquietações e sofrimento, abalando o funcionamento emocional e interferindo em nossas ações e relacionamentos.

Contudo, quando essas informações são pensadas, elaboradas e transformadas durante um processo analítico, se tornam úteis para o amadurecimento e fortalecimento da capacidade do indivíduo em tolerar e sustentar as exigências e demandas impostas pela própria vida.

Além disso, compreender-se melhor é um caminho essencial para a maturidade emocional. Uma análise possibilita vivenciar um percurso de autodescoberta, colocando a pessoa em contato com aspectos de si mesma que antes permaneciam inacessíveis.

Desse modo, uma experiência psicanalítica pode ajudar a tornar possível viver a personallidade livremente, de maneira espontânea e autêntica, para ser o que se é.

"As potencialidade do nosso inconsciente são realmente infinitdas." (Ignácio Matte Blanco)
Marcelo Moya Psicanalista
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